CBR1000RR FIREBLADE SP2 2017
Visualmente, as inserções em padrão de carbono e os ornamentos dourados sobre o esquema cromático tricolor e as rodas Marchesini douradas (como menos 18/9% de inércia à frente/atrás) destacam a Fireblade SP2 em relação à moto de standard. Mas as verdadeiras diferenças – e o que dá à Fireblade SP2 o derradeiro potencial de competição – estão dentro do motor e, por sua vez, nos componentes dos dois kits de competição que vão estar disponíveis e que podem ser adicionados ao modelo.
Apesar do diâmetro dos cilindros (76 mm) ser idêntico na SP e na SP2, as válvulas da cabeça do motor da Fireblade SP2 têm maior diâmetro: 1 mm na admissão (agora com 31,5 mm) e 1,5 mm no escape (passando para 25,5 mm), com ângulos de 10°/12° na admissão e no escape (antes, 11°/11°). O passo das válvulas é o mesmo, tal como a largura da cabeça do motor.
A relação de compressão também não foi alterada, mantendo-se nos 13,0 : 1, mas os formatos das válvulas e das câmaras de combustão foram alterados para maior eficiência. As velas de ignição de maior comprimento e as camisas de água bem "apertadas" à volta das câmaras de combustão melhoram a eficácia do sistema de refrigeração, numa tecnologia derivada directamente do protótipo de MotoGP da Honda, a RC213V.
Os pistões empregam coroas de design exclusivo e com um tratamento térmico que reforça as áreas à volta dos furos das cavilhas, elas próprias 2,5 mm mais curtas e 8 g mais leves por cada cilindro. Com árvores de cames de grande elevação, os diâmetros exteriores dos balanceiros aumentaram 2 mm (para 28 mm), mas com uma redução no peso e na espessura total, reduzindo ainda mais o peso do motor.
KIT DESPORTIVO HRC: Para utilização em circuito ou competição ao mais elevado nível, estará disponível um kit de competição HRC (opcional)