NOVIDADES 2019
Share |

Africa Twin CRF1000L ABS+HSTC DCT 2019

Africa Twin CRF1000L ABS+HSTC DCT 2019

1. Introdução

2018 assinala os 30 anos desde que a lendária Africa Twin XRV650 saiu das linhas de produção e mudou para sempre o mercado Europeu; apesar de a moto que agora transporta este nome – lançada em 2016 com o nome CRF1000L Africa Twin – não partilhar nenhum dos componentes do modelo antigo, este novo modelo tem a mesma filosofia de "True Adventure" e o espírito que tornaram a Africa Twin original tão popular.

No interesse central dos motociclistas na Africa Twin, tanto antes, como agora podemos encontrar um equilíbrio perfeito entre a potência e o peso. A versão actual deste modelo já provou ser uma opção moderna para o dia-a-dia, muito popular entre os viajantes ocasionais, para as deslocações do dia-a-dia e para quem procura a aventura fora-de-estrada (no fundo, abrangendo todos os tipos de condutor) porque oferece performances agradáveis e fáceis de gerir num conjunto ciclístico que funciona às mil maravilhas, tanto na estrada, como fora dela.

Para 2018, a Honda Africa Twin é lançada no mercado com todos os seus pontos fortes reforçados e com um sucesso ainda mais retumbante. O modelo-base recebe uma série de actualizações de pormenor, tanto na versão manual, como na versão equipada com caixa de dupla embraiagem DCT; estas melhorias destacam ainda mais a condução e o orgulho do condutor na sua moto. A versão CRF1000L Africa Twin Adventure Sports alarga ainda mais esta plataforma adaptando-se melhor para as tiradas de longo curso fora-de-estrada.

Nas palavras de K. Morita, Líder de Grande Projecto (LPL – Large Project Leader) para a CRF1000L Africa Twin de 2018:

“A nossa CRF1000L Africa Twin já provou ser uma digna sucessora do modelo original e é, em todos os aspectos a moto "vai-a-todo-o-lado" que nos propusemos fabricar. Ao longo destes últimos dois anos, a CRF1000L já percorreu milhões de quilómetros e os seus proprietários deram-nos um feedback muito valioso. Para o modelo de 2018, melhorámos as respostas do motor, retirámos peso à moto e demos ao condutor opções reais para adaptar as performances e a sensibilidade do motor ”.

*Para mais informações, consulte a informação de imprensa em separado para a CRF1000L Africa Twin Adventure Sports.

 

2. Generalidades do modelo

O segredo por detrás das capacidades abrangentes e compreensivas da CRF1000L Africa Twin pode começar a ser desvendado olhando para o seu motor: esta unidade tem de ser igualmente boa na estrada e fora dela, nas tiradas de longa distância e nas deslocações reduzidas casa-trabalho-casa e tudo o mais. Assim, o equilíbrio entre potência, binário, massa e dimensões físicas foi optimizado.

A unidade Unicam de dois cilindros paralelos, quatro válvulas por cilindro e 998 cm³ é muito dócil e utilizável e as suas dimensões extremamente compactas só são excedidas pelas suas performances exemplares. Esta unidade resulta da disposição inteligente dos componentes, por exemplo, a colocação da bomba de água dentro do cárter da embraiagem e a utilização dos veios de equilibragem do motor para accionar a bomba de água e a bomba de óleo. Como resultado, em termos longitudinais, o comprimento é o mesmo que o popular motor de 500 cm³ da Honda e a sua menor altura contribui para os importantíssimos 250 mm de altura ao solo da Africa Twin.

Para 2018, a caixa do filtro do ar foi modificada e contribui para a melhoria da potência do motor a média rotação, tal como o veio de equilibrio de menor peso. As revisões incluídas no sistema de escape oferecem a este motor um "cantar" ainda mais característico durante a subida de rotação e também contribuem para a melhoria das performances.

Outra adição importante no modelo de 2018 é o novo sistema de acelerador electrónico TBW é uma melhoria significativa para a plataforma da Africa Twin de 2018 porque acrescenta 3 modos de condução, ajustando o carácter do motor e a potência de acordo com as condições de condução. Outra novidade é o controlo de binário seleccionável HSTC com gama alargada.

A versão equipada com o sistema exclusivo DCT possui um modo manual normal – onde o condutor pode engrenar as mudanças através dos botões no punho esquerdo – e dois modos automáticos. O modo Doferece o melhor equilíbrio entre economia de combustível e conforto em viagem e o modo S oferece três padrões de mudanças diferentes. A versão com caixa DCT também está perfeitamente adaptada à circulação em terrenos fora-de-estrada; esta funcionalidade é melhorada com a inclusão do botão G . Ao carregar neste botão G em qualquer modo de condução, o condutor pode modificar o controlo do sistema de embraiagem de forma a obter uma transmissão mais directa. 

O quadro de berço semi-duplo, em aço, da Africa Twin oferece o equilíbrio perfeito entre estabilidade a alta velocidade e uma capacidade e agilidade genuínas em fora-de-estrada, combinando pura robustez com flexibilidade. O motor está montado através de 6 fixações, mantendo a vibração no mínimo e evita a necessidade de instalar um amortecedor na direcção. Para 2018, a inclusão de uma bateria de iões de lítio permite reduzir o peso geral do conjunto em 2,3 kg, enquanto as diversas alterações de pormenor contribuem para melhorar as capacidades off-road e a durabilidade do modelo.

Componentes como a forquilha invertida Showa de 45 mm e o amortecedor traseiro, ambos com afinação total, as duas pinças Nissin de quatro êmbolos e montagem radial e os discos ondulados flutuantes de 310 mm permanecem inalterados para 2018. A jante dianteira de 21 polegadas e a jante traseira de 18 polegadas são fabricadas em aço inoxidável; para 2018, o modelo está homologado para levar pneus de tacos.

O estilo da Africa Twin é minimalista, robusto e de baixo peso, num formato que protege o condutor do vento e oferece uma sensibilidade esguia e ágil. Os dois faróis de LEDs mantêm a ligação ao modelo original e o painel de instrumentos LCD negativo segue de perto a disposição do painel da moto de competição do Dakar. O banco oferece 20 mm de regulação em altura, dos 870 mm de origem para 850 mm; o depósito com capacidade para 18,8 litros de combustível – e os consumos de 21,8 km por cada litro (4,58 l/100 km) oferecidos pelo motor (medidos em modo WMTC na versão DCT) – permitem obter autonomias superiores a 400 km.

A CRF1000L Africa Twin de 2018 vai estar disponível em quatro opções de cor: Preto Metalizado Mate Ballistic, Branco Pérola Glare (Tricolor), Vermelho Grand Prix (a cor da equipa de Rally do HRC) e Vermelho Candy Chromosphere.

 

3. Características principais

3.1 Gestão electrónica do motor

O acelerador electrónico TBW oferece 3 modos de condução para personalizar o carácter do motor e a tracção

Os modos de condução compreendem diferentes níveis de potência (P), travão-motor (EB) e controlo de binário seleccionável pelo sistema HSTC

Agora, o sistema HSTC tem 7 definições, mais uma opção de desligar (OFF).

O motor bicilíndrico paralelo SOHC de 998 cm³ e 8 válvulas da CRF1000L Africa Twin de 2018 recebe uma importante actualização na forma do sistema de acelerador electrónico TBW, acrescentando três modos de condução e aplicação alargada do sistema de controlo de binário HSTC da Honda.

A introdução do sistema TBW alarga bastante as escolhas que o condutor pode fazer para gerir a tracção da roda traseira, a potência e a sensibilidade do motor. O modelo da Africa Twin que agora termina tinha 3 níveis de controlo de binário mais a opção de desligar (OFF); este novo sistema oferece 7 níveis de controlo – desde o nível 1 que permite uma condução agressiva em fora-de-estrada com pneus de tacos, até ao nível 7 que oferece a máxima sensação de segurança para a condução no alcatrão molhado e escorregadio. Neste novo modelo, continua a ser possível desactivar o sistema HSTC de controlo de tracção.

O condutor pode seleccionar 3 modos de condução que afectam a potência e o efeito de travão do motor.

Esta é uma configuração que foi usada pela primeira vez na RC213V-S – a versão homologada para a estrada do protótipo de MotoGP da Honda – onde os três modos de condução oferecem combinações pré-definidas de cada parâmetro, adaptando as características do motor a diferentes ambientes e cenários de condução:

O modo TOUR usa a definição de potência mais alta (1), um valor médio de travão-motor (2) e controlo de tracção elevado (6).

O modo URBAN usa a definição de potência (2) intermédia, um valor também médio de travão-motor (2) e controlo de tracção elevado (6).

O modo GRAVEL usa a definição de potência minima (3), um valor de travão-motor (3) e controlo de tracção elevado (6).

 

Este sistema possui um quarto modo – USER – onde o condutor define a sua combinação preferida de níveis de potência, travão-motor e controlo de tracção. O condutor pode alterar o modo de condução e o nível de controlo de tracção em qualquer altura através dos comandos no punho esquerdo.

 

3.2 Motor

Admissão e escape de novo design melhoram as respostas a médio regime

O novo escape também melhora a sonoridade do motor

Novo veio de equilibrio de peso mais baixo

Nova bateria de iões de lítio, reduz o peso em 2.3 kg e melhora a durabilidade

Potência suave e consistente, com entrega linear de binário

Embraiagem assistida com função de escorregamento, facilita a engrenagem das mudanças, mais altas e mais baixas.

 

Em conjunto com o novo sistema electrónico de gestão do motor para 2018, a caixa do filtro do ar tem agora um funil com mais 20 mm de comprimento, como complemento do escape redesenhado a nível interno, melhorando as respostas e a sonoridade a média rotação. Agora, o colector 2-1 passa os gases de escape a dois catalisadores (em vez de um só) e depois a um silenciador simplificado e de menor volume (4 litros em vez de 4,6) que aloja duas câmaras em vez de três

O pico de potência é de 70 kW (95CV) e continua a chegar às 7.500 rpm, com 99 N·m de binário às 6.000 rpm. O diâmetro e o curso são de 92 x 75,1 mm, com uma relação de compressão de 10,0 : 1; a cambota desfasada a 270° e o intervalo de ignição irregular criam a sonoridade do motor e a sensibilidade da roda traseira características deste modelo.

A boa altura ao solo – aspecto fundamental numa moto fora-de-estrada – começa com um motor compacto e de dimensões contidas. Os cárteres são divididos na vertical; a bomba de água está alojada dentro do cárter da embraiagem e o termóstato está integrado da cabeça do motor. As versões com caixa manual e caixa DCT partilham dos mesmos cárteres de motor e apenas têm diferenças externas mínimas. A bomba de água e a bomba de óleo são accionadas pelos veios de equilibrio do motor; para a edição de 2018, estes veios pesam menos 300 g, reduzindo a inércia em 306 g/cm² e aumentando ainda mais o carácter e a sensibilidade da entrega de potência.

A cabeça de quatro válvulas, a injecção programada de combustível PGM-FI, as duas velas por cada cilindro e a ignição de comado duplo e sequencial permitem obter uma combustão de controlo perfeito. O conjunto de válvulas Unicam SOHC é herdado da CRF450R e a árvore de cames fundida e colocada em posição rebaixada na cabeça do motor contribui para a natureza compacta da cabeça. As válvulas de admissão medem 36,5 mm de diâmetro e as de escape, 31mm.

O motor recorre a um cárter de óleo semi-seco e depósito de óleo incorporado na parte inferior do cárter. Isto permite obter um cárter de óleo de menor profundidade, mantendo a altura total do motor num nível reduzido. Como a bomba alimentada por pressão está localizada dentro do depósito de onde suga o óleo, não há necessidade de haver passagens de óleo pressurizadas; mais um aspecto que contribui para poupar peso e espaço.

As vibrações secundárias são neutralizadas pelo movimento recíproco e mútuo dos pistões e as vibrações primárias de inércia e de acoplamento são eliminadas pelos veios de equilibrio biaxiais. Para poupar peso, o veio de equilibrio dianteiro tem dois contrapesos e o traseiro apenas um.

O tambor da embraiagem e os pratos de pressão em alumínio recorrem a cames auxiliares para aliviar as cargas ao engrenar mudanças mais altas (com sensibilidade mais leve no pedal das mudanças) e possuem cames de "escorregamento" para maior suavidade nas desacelerações e ao engrenar mudanças mais baixas. A caixa de seis velocidades possui dentes de formato "perfurado" nos carretos da 1ª, 2ª, 3ª e 4ª velocidades, o que permite usar uma embraiagem mais pequena e mais leve. As estrias de retenção de óleo dos moentes principais do lado do carreto primário de transmissão asseguram uma lubrificação consistente deste carreto e também da mola de amortecimento e do sub-carreto primário de transmissão.

A caixa manual de seis velocidades e peso reduzido usa o mesmo design de mudanças por excêntrico da CRF450R, assegurando mudanças positivas e está equipada com uma embraiagem deslizante assistida em alumínio.

A bateria de iões de lítio é uma novidade no modelo de 2018, pesa menos 2,3 kg do que a bateria antiga e possui maior longevidade, tanto em termos de vida útil, como de manter a carga durante os tempos em que a moto estiver imobilizada.

Há um sistema quickshifter de mudanças rápidas disponível como opção. 

3.3 Transmissão de Dupla Embraiagem (DCT)

Caixa super-rápida, oferece mudanças ininterruptas em modo manual (MT) e em modo automático (AT).

Modo S (com 3 níveis), permite maior rotação do motor e reduções mais cedo, para um estilo de condução agressivo

Interruptor G melhora a tracção da roda traseira na condução fora-de-estrada

Função de detecção da inclinação, adapta o padrão das mudanças à inclinação do pavimento

A caixa DCT exclusiva da Honda oferece mudanças consistentes, contínuas e super-rápidas; a sua utilização depressa se torna natural. São usadas duas embraiagens: uma para o arranque e para a 1ª, 3ª e 5ª velocidades; a outra embraiagem serve a 2ª, 4ª e 6ª, velocidades, com o veio primário de cada embraiagem localizado no interior, oferecendo assim uma montagem muito compacta.

Cada embraiagem tem controlo independente pelo seu próprio circuito electro-hidráulico. Quando ocorre uma mudança, o sistema pré-selecciona a mudança seguinte através da embraiagem que não está a ser usada. Depois, a primeira embraiagem é desengrenada electronicamente, ao mesmo tempo que a segunda embraiagem engrena.

Isto resulta numa condução muito suave e confortável, com mudanças rápidas e ininterruptas. Por outro lado, como as duas embraiagens transferem a potência de uma mudança para a mudança seguinte com o mínimo de interrupção de tracção à roda traseira, isto resulta numa redução quase a zero dos níveis de choque nas trocas de velocidade, contribuindo ainda mais para a sensação de mudanças directas e suaves desta caixa.

Outras vantagens da utilização da caixa DCT incluem a alta durabilidade (porque não é possível danificar os carretos já que o sistema é automático, tornando assim impossível falhar mudanças), impossibilidade de deixar ir o motor abaixo, menos esforço do condutor na condução urbana e ainda menos cansaço para o condutor.

Este sistema tem três modos de funcionamento. O modo MT oferece controlo manual total, permitindo engrenar as mudanças através dos botões no punho. O modo D é ideal para a condução em cidade e em vias rápidas, oferecendo ainda uma eficiência optimizada dos consumos. O modo automático S oferece três níveis de condução mais desportiva, com a ECU a permitir que a rotação do motor suba um pouco mais antes de engrenar a mudança seguinte, oferecendo melhores prestações; quando em desaceleração, as reduções também ocorrem um pouco mais cedo para mais efeito de travão-motor.

Tanto em modo D como S, a caixa DCT permite a intervenção manual imediata, caso seja necessário – basta o condutor seleccionar a mudança necessária com os botões do punho esquerdo. Depois e na altura certa, a DCT regressa ao modo automático, consoante a abertura do acelerador, a velocidade do veículo e a mudança engrenada.

A versão DCT da CRF1000L Africa Twin também está totalmente preparada e equipada para ser usada em ambiente de aventura, com a funcionalidade off-road melhorada pelo interruptor G posicionado à direita do painel de instrumentos. Ao carregar neste interruptor G em qualquer modo de condução, o condutor pode melhorar a tracção e o controlo da moto, reduzindo a quantidade de deslizamento da embraiagem nas mudanças.

O sistema DCT possui outras funcionalidades na forma da função de detecção da inclinação, através da qual o padrão das mudanças é adaptado em relação ao grau de inclinação, oferecendo o melhor controlo em todas as situações.

 

3.4. Ciclística

O peso em ordem de marcha é 2 kg mais baixo – 230 kg (240 kg na versão DCT).

Poisa-pés do condutor e apoios dos poisa-pés do passageiro redesenhados para utilização fora-de-estrada

Raios em aço inoxidável, para maior durabilidade e facilidade de manutenção

Função de sinalização de travagens de emergência nos piscas traseiros

O quadro de berço semi-duplo em aço da CRF1000L permite realizar manobras ágeis na estrada com elevada estabilidade a alta velocidade e é complementado por uma capacidade e agilidade genuínas em fora-de-estrada, combinando pura robustez com flexibilidade. Graças ao design compacto do quadro e do motor, a altura ao solo é de 250 mm, com 1.575 mm de distância entre eixos e inclinação da coluna da direcção/eixo de arraste (trail) de 27,5°/113mm. O modelo de 2018 pesa menos 2 kg – 230 kg (240 kg para a versão com DCT).

Quem conduzir este novo modelo de 2018 fora-de-estrada não vai deixar de apreciar as diversas actualizações: os poisa-pés do passageiro também foram redesenhados para darem mais espaço para os pés do condutor durante a condução em pé e o painel de instrumentos está montado num ângulo mais estreito que permite ao condutor ler as informações facilmente durante as tiradas de condução em pé.

Com curso de 230 mm, a forquilha invertida Showa de 45 mm tipo cartucho oferece fantásticas prestações. Com sentido numa fantástica absorção das irregularidades e uma sensibilidade soberba, o curso longo combina-se com molas de baixa constante e pré-carga reduzida. O amortecimento em extensão e compressão são totalmente ajustáveis. As mesas de direcção (ambas em alumínio, fundido em cima e forjado em baixo) – a que se junta um veio de direcção oco também em alumínio – "abraçam" as colunas da forquilha através de dois parafusos em cada mesa.

Como complemento da suspensão dianteira, o amortecedor traseiro Showa oferece 220 mm de curso de eixo. O apoio superior está em posição rebaixada para ajudar à centralização das massas e possui um cilindro de 46 mm e um reservatório à distância, oferecendo um controlo de amortecimento estável, nas condições de condução off-road mais exigentes. A pré-carga da mola pode ser ajustada através de um comando no corpo do amortecedor; o amortecimento em extensão e em compressão também são totalmente ajustáveis.

 

O estilo da Africa Twin é minimalista, robusto e de baixo peso, num formato que protege o condutor dos elementos atmosféricos e oferece uma sensibilidade esguia e ágil; o guarda-lamas traseiro e o porta-bagagens também são totalmente ajustáveis. Os dois faróis mantêm a ligação ao modelo original. O banco tem 20 mm de regulação em altura, para 870 ou 850 mm.

Para 2018, os piscas de direcção têm função de travagem de emergência. Com o veículo à velocidade mínima de 53 km/h, a aplicação de qualquer um dos travões que provoque a detecção de um valor mínimo de desaceleração de 6,0 m/s² faz piscar as luzes de emergência, alertando os condutores que seguem atrás para a travagem de emergência. À mesma velocidade, este limiar é reduzido caso o ABS entre em funcionamento – na condução com pavimento molhado – para um valor de desaceleração mínimo de 2,5 m/s2.

Os piscas também têm função de cancelamento automático; em vez de um temporizador simples, o funcionamento é por comparação das diferenças de velocidade entre a roda dianteira e a roda traseira: é efectuado um cálculo do momento de cancelamento dos piscas em relação à situação de condução.

As pinças compactas em duas peças, montagem radial e quatro êmbolos, complementam os discos ondulados de tipo flutuante e 310 mm de diâmetro e possuem pastilhas sinterizadas, oferecendo uma potência e estabilidade de travagem consistentes, seja na estrada ou fora dela. O disco ondulado traseiro de 256 mm é furado e tem uma forma que oferece uma travagem segura. O ABS de dois canais pode ser desligado, mas apenas para a roda traseira.

Tal como a CRF450R Rally, a CRF1000L Africa Twin jantes de raios com medida de 21 polegadas e pneu 90/90-21 à frente e 18 polegadas e pneu 150/70-18 atrás. Uma novidade para 2018, os raios são em aço inoxidável, para maior durabilidade. Por outro lado. Agora, a Honda homologou a instalação de pneus de tacos (Continental 90/90-21M/C 545 e 150/70 B18M/C 70Q, com índice de velocidade de 180 e de 160 km/h, respectivamente).

Disponibilidade: Sob Consulta

14 800,00 €

Seja o primeiro a analisar este produto

Escreva a sua análise

A Sua Análise: Africa Twin CRF1000L ABS+HSTC DCT 2019

Como classifica este produto? *

  1 estrela 2 estrelas 3 estrelas 4 estrelas 5 estrelas
Preço
Qualidade