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Rebel 1100 2021

Rebel 1100 2021

Apresentação do modeloO modelo da Honda com mais vocação para personalização, a CMX500 Rebel, ganha agora uma irmã maior e mais ousada. Graças à mesma fórmula - um modelo "bobber" naked clássico, mas com um toque moderno - a CMX1100 Rebel oferece uma condução descontraída e entusiasmante na mesma proporção. O seu motor bicilíndrico paralelo de 1.084 cm³ oferece performances fortes, juntamente com um caráter robusto e uma sonoridade sempre presente; as tecnologias de suporte à condução incluem o Sistema de Controlo de Tração Selecionável da Honda, Controlo Anti-Cavalinho, Controlo da Velocidade de Cruzeiro e 3 modos de condução por defeito graças ao sistema TBW de Acelerador Eletrónico, num pack tecnológico muito completo. A parte ciclística tem uma forquilha dianteira do tipo cartucho com 43 mm de diâmetro, amortecedores traseiros estilo "piggyback" e pinça dianteira radial de quatro êmbolos. Todas as luzes são de LEDs e o painel de instrumentos é uma unidade LCD com ecrã negativo. Como opção existe também uma versão com transmissão de dupla embraiagem (DCT).

 

 Conteúdo:

  1. Introdução
  2. Generalidades do Modelo
  3. Caraterísticas principais
  4. Acessórios
  5. Especificações técnicas

 

 

  1. Introdução

 

A bicilíndrica CMX500 Rebel de 500 cm³, compatível com carta A2 e lançada em 2017, fundiu o tradicional com ideias inovadoras, apelando a condutores mais jovens para quem uma moto é muito mais do que apenas um meio transporte – condutores que consideram a moto como parte integrante do seu estilo de vida e da atitude, no fundo, uma expressão da sua identidade individual.

 

A Rebel é um modelo que combina um aspeto "bobber", exclusivo e sem idade, com um estilo contemporâneo e virado para o futuro; esta mistura deu-lhe imediatamente uma enorme popularidade, logo no primeiro ano de vendas. E está longe de ser um modelo que rapidamente passa de moda: em 2019, a Rebel foi a terceira moto custom mais vendida na Europa. Acessível, fácil de conduzir e de viver com ela graças às suas maneiras muito próprias, a Rebel é também uma "página em branco", um modelo com o qual o cliente pode dar largas à sua imaginação e criar uma moto única, exclusiva e só sua. E, como "tela em branco para a personalização", este modelo sempre esteve preparado para tudo o que a imaginação do seu dono pretendesse.

 

Para 2021, a Rebel acolhe a sua nova irmã: a CMX Rebel 1100. Recolhendo o essencial dos aspetos que tornaram tão especial a moto de menor cilindrada e adicionando mais performances, mais personalidade e uma série completa de tecnologias avançadas da Honda, este modelo representa um avanço – ou a passagem a um segmento totalmente diferente – para uma grande diversidade de condutores que procuram algo extra de diferente.

 

  1. Generalidades do modelo

 

A CMX1100 Rebel tem dupla personalidade. Foi concebida para oferecer uma condução descontraída, mas também para dar uma experiência de condução entusiasmante, em especial nas estradas sinuosas. Quem vem de motos de menor cilindrada decerto vai apreciar as suas dimensões contidas e o peso muito fácil de gerir (a altura do banco é de apenas 700 mm); os mais experientes poderão encontrar imediatamente uma recompensa muito acessível em todo o potencial oferecido pela ciclística, com o quadro em tubos rígidos de aço, suspensões naked de elevada qualidade e sistema de travagem de alta potência.

 

Todos vão apreciar o caráter e o desempenho do motor bicilíndrico paralelo de 1.084 cm³ (originalmente usado na CRF1100L Africa Twin), agora reajustado para ser excelente a baixa rotação e oferecer elevada potência e personalidade na gama média, sempre com uma sonoridade caraterística e melhorada. A inclusão do sistema TBW de acelerador eletrónico traz consigo outros recursos de condução altamente sofisticados: 3 modos de condução por defeito que oferecem um conjunto de parâmetros diferentes para adequar a Rebel 1100 às diferentes condições de condução ou conforme a disposição do condutor; os diferentes parâmetros incluem a entrega de potência do motor, o efeito travão-motor, o nível de controlo de tração variável da Honda e o sistema de controlo anti-cavalinho, bem como os padrões de mudanças do sistema opcional de transmissão de dupla embraiagem. O sistema de controlo da velocidade de cruzeiro é equipamento de série.

 

Sendo uma bobber do século XXI, o estilo naked da Rebel 1100 é uma declaração de quanto o mínimo pode, na realidade, ser muito mais. Os guarda-lamas em aço, à frente e atrás, ocultam parcialmente os pneus grossos; o farol circular mistura um visual "old school" com a nova tecnologia de LEDs e o painel de instrumentos LCD de ecrã negativo também é redondo, complementando assim o formato do farol. Como toque de modernidade para os dias que correm, podemos encontrar uma ficha USB-C colocada debaixo do banco.

 

A Rebel 1100 de 2021 vai estar disponível nos seguintes esquemas cromáticos:

 

Vermelho Metalizado Bordeaux

Preto Metalizado Gunmetal

 

 

  1. Caraterísticas Principais

 

3.1 Estilo e Equipamento

  • Estilo nu e cru: uma afirmação de simplicidade forte num pack insuspeito
  • Iluminação integral de LEDs e painel de instrumentos LCD de 4 LEDs
  • A chave da ignição também destranca o banco, revelando espaço de arrumação e uma ficha USB-C por baixo
  • Sistema de controlo da velocidade de cruzeiroA CMX1100 Rebel é escura e oferece um visual simples, nu, cru e "não processado", criado pelo mesmo estúdio de R&D da Honda nos EUA que criou o estilo da CMX500 Rebel. A moto é comprida, baixa e estreita, encimada por um depósito recortado bicolor, sem flange e de 13,6 litros de capacidade de combustível; a sua presença minimalista tem uma profundidade real, com proporções que se complementam naturalmente com a presença do condutor.Os dois guarda-lamas, dianteiro e traseiro, são em aço de 1 mm de espessura e estão montados em suportes de alumínio fundido. E para onde quer que olhe, as linhas de design reforçam todo o visual Rebel único. O farol em posição rebaixada e de 175 mm de diâmetro tem uma forma clássica, com quatro lâmpadas LED de lentes internas espessas, oferecendo uma luz frontal caraterística e bem definida. Os piscas de 55 mm são circulares e pequenos e também têm uma aparência clássica; o farolim traseiro oval é de LEDs e tem uma lente clara, conferindo uma nota contemporânea à traseira e combinando-se com outros detalhes Rebel.O banco é contornado e oferece um excelente suporte ao condutor nas acelerações fortes; a sua densidade é suave e oferece maior conforto. A Rebel pode ser conduzida a solo ou transportar um passageiro, pois o banco traseiro retira-se de forma rápida e fácil. Por baixo encontramos um compartimento de armazenamento de 3 litros e uma ficha USB-C.O painel de instrumentos LCD negativo de 120 mm apresenta as informações mais importantes de forma intuitiva. O canhão de ignição está localizado à esquerda do quadro e também abre o banco sem ser necessário remover a chave da ignição. O guiador é muito organizado é está montado em apoios substanciais de 1 polegada; o conjunto de interruptor do lado esquerdo gere os modos de condução e a caixa DCT opcional. O sistema de controlo da velocidade de cruzeiro é equipamento de série e ajuda a gerir da melhor forma as viagens mais longas. 
  • 3.2. Motor
  • Motor bicilíndrico paralelo de 1.084 cm³ inspirado na unidade da CRF1100L Africa Twin
  • Performances fortes e de caráter bem definido, graças às revisões na distribuição e no comando das válvulas, juntamente com o aumento na massa do volante do motor
  • Sistema TBW de acelerador eletrónico (Throttle-By-Wire) e escape de sonoridade caraterística

 

O motor SOHC de dois cilindros paralelos, 8 válvulas e 1.084 cm³ da Rebel 1100 é baseado na unidade montada na CRF1100L Africa Twin, mas com uma série de mudanças importantes que alteraram totalmente a sua natureza e sensibilidade, de forma a se adequar às suas novas funções neste modelo. O pico de potência é de 64 kW às 7.000 rpm e o binário máximo é de 98 N·m às 4.750 rpm; estes são números muito bons para este segmento de mercado e uma garantia de performances excelentes. O aumento de 32% na inércia da massa do volante do motor significa que as respostas a baixa rotação não são apenas extremamente fortes, mas também têm um caráter verdadeiro.

 

No entanto, há um fator que é menos óbvio – e que torna o motor perfeito para esta aplicação: as suas dimensões compactas (graças às suas origens adventure, que lhe deram uma cabeça Unicam e um cárter semisseco) centralizam as massas de modo perfeito, criando um centro de gravidade muito baixo, mas com a máxima distância ao solo, quando combinada com o quadro rebaixado da Rebel.

 

A cambota de 270° de fase e o intervalo de ignição irregular foram "emprestados" da Africa Twin. Mas, para além disso, o sistema de escape do motor, a distribuição e a elevação das válvulas foram todos alterados para gerar uma sensação "pulsante" ainda mais forte. E, de acordo com a dupla personalidade da Rebel, o pulsar (ou seja, o caráter) do motor muda e responde harmoniosamente a baixa rotação aos comandos do condutor sobre o acelerador, tornando-se " mais agressivo e entusiasmante à medida que a rotação aumenta.  

 

O motor é gerido por um sistema TBW de acelerador eletrónico; o sistema PGM-FI alimenta a rampa de aceleração a partir de um filtro de ar com uma caixa de 7 litros de capacidade. A juntar ao imenso prazer de condução, temos o som produzido pelo escape; os ajustes nesta parte do motor oferecem uma sonoridade mais profunda e mais grave abaixo das 4.000 rpm, muito graças ao silenciador de secção oval com 5,3 L, a que se junta depois um "assobio" de alta frequência muito mais poderoso conforme a rotação vai subindo.

 

A arquitetura do motor não foi alterada em relação à unidade da Africa Twin; os cárteres que compõem o bloco do motor estão divididos na vertical; a bomba de água está alojada dentro do cárter da embraiagem e o termóstato está integrado na cabeça do motor. As versões com caixa manual e caixa DCT partilham dos mesmos cárteres de motor e apenas têm diferenças externas mínimas. As vibrações secundárias são neutralizadas pelo movimento recíproco e mútuo dos pistões e as vibrações primárias de inércia e de acoplamento são eliminadas pelos veios de equilíbrio biaxiais. A bomba de água e a bomba de óleo são acionadas pelos veios de equilíbrio.

 

O sensor de impulsos da cambota – com dentes separados por intervalos de 10° – toma conta da deteção de falhas de ignição, um aspeto muito importante para o sistema de diagnóstico de bordo OBD2 e também para a homologação EURO5. Adicionalmente à homologação EURO5, os sensores LAF (Lean Air Flow) nos coletores de escape medem com precisão a relação ar/combustível da mistura.

 

 

3.3 Sistema Eletrónico do Motor

 

  • 3 modos de condução por defeito mais modo USER para guardar as definições do condutor
  • Sistema TCS Honda de Controlo de Tração Regulável (HSTC) com 3 níveis e sistema anti-cavalinho

O sistema TBW de acelerador eletrónico gere o carácter e as performances do motor e também o nível do sistema HSTC de controlo de tração. Há 3 modos por defeito que o condutor pode selecionar para fazer face a uma grande variedade de situações de condução. A seleção dos modos é gerida pelo interruptor esquerdo do guiador; um indicador no painel de instrumentos mostra quando o sistema HSTC está ativado.

 

O modo STANDARD é um ponto intermédio entre a entrega de potência do motor, o efeito de travão-motor e a intervenção do sistema anti-cavalinho/HSTC, mas libertando muito mais potência do motor da Rebel à medida que a rotação sobe.

 

O modo RAIN baixa a potência do motor e também o efeito de travão-motor, complementado pelos sistemas anti-cavalinho/HSTC, oferecendo uma condução suave e descontraída, com segurança acrescida em superfícies molhadas e/ou escorregadias.

 

O modo SPORT oferece uma entrega de potência e um efeito de travão-motor mais agressivos, com baixa intervenção dos sistemas anti-cavalinho e HSTC oferecendo as máximas performances de utilização.

 

O modo USER permite ao condutor personalizar as suas definições preferidas. Depois de escolhidas, as definições do modo USER são memorizadas automaticamente, pelo que o condutor já não tem de as voltar a escolher cada vez que ligar a ignição.

 

3.4 Transmissão de Dupla Embraiagem

  • Os 3 modos de mudanças da caixa DCT (automática) refletem os modos de condução.
  • O modo USER oferece a possibilidade de personalização do caráter do motor

 

A tecnologia DCT da Honda está agora no seu décimo primeiro ano de produção e já foram vendidos na Europa mais de 140.000 veículos de duas rodas Honda equipados com DCT, desde 2010. Este sistema oferece mudanças consistentes e ininterruptas e a sua utilização rapidamente se torna muito natural. A caixa DCT usa duas embraiagens: uma para o arranque e 1ª, 3ª e 5ªvelocidades; a outra embraiagem serve a 2ª, 4ª e 6ª, velocidades, com o veio primário de cada embraiagem localizado no interior, oferecendo assim uma montagem muito compacta.

 

Cada embraiagem tem controlo independente pelo seu próprio circuito electro-hidráulico. Quando ocorre uma mudança, o sistema pré-seleciona a mudança seguinte através da embraiagem que não está a ser usada. Depois, a primeira embraiagem é desengrenada eletronicamente, ao mesmo tempo que a segunda embraiagem engrena.

 

Isto resulta numa condução muito suave e confortável, com mudanças rápidas e ininterruptas. Por outro lado, como as duas embraiagens transferem a potência de uma mudança para a mudança seguinte com o mínimo de interrupção de tração à roda traseira, isto resulta numa redução quase a zero dos níveis de choque nas trocas de velocidade, contribuindo ainda mais para a sensação de mudanças diretas e suaves desta caixa. Os benefícios extras incluem a durabilidade (uma vez que é impossível danificar a caixa por se "falhar" uma mudança), impossibilidade de fazer o motor ir-se abaixo, condução urbana menos exigente, menor cansaço no condutor e "espaço cerebral" extra para se concentrar mais em todos os outros aspetos da condução, tais como a trajetória, as curvas e os pontos de travagem e de aceleração. 

 

O sistema DCT oferece duas abordagens distintas à condução – o modo Automático, com padrões de mudança pré-programados que leem constantemente a velocidade da moto, a mudança engrenada e a rotação do motor para decidir quando deve ser engrenada uma nova velocidade e o modo Manual que permite ao condutor selecionar a mudança pretendida atuando sobre as patilhas das mudanças no punho esquerdo.

 

Graças ao controlo permitido pelo sistema TBW, os padrões das mudanças da caixa DCT estão ligados a 3 modos de condução.

 

Em modo STANDARD, o padrão das mudanças da caixa DTC oferece um equilíbrio entre baixa velocidade de cruzeiro numa mudança alta e condução entusiasmante em aceleração total com mudanças mais baixas.

 

O modo RAIN engrena as mudanças mais altas mais rapidamente para uma condução super-suave.

 

O modo SPORT oferece alta rotação e mudanças mais baixas, mantém a rotação durante mais tempo antes de engrenar uma mudança mais alta e faz as reduções a rotação mais elevada para maior efeito de travão do motor.

 

O modo USER permite ao condutor escolher entre os três padrões de condução da caixa DCT, em qualquer modo de condução e guardá-las neste modo para utilização futura.

 

 

3.5. Ciclística

  • Quadro "de assinatura" em tubos de aço, destaca o estilo Rebel
  • Direção com geometria muito estável e maneabilidade fácil
  • Forquilha dianteira tipo cartucho, com 43 mm de diâmetro com afinação da pré-carga e amortecedores traseiros duplos estilo piggyback também com afinação da pré-carga
  • Travão dianteiro com pinças radiais de quatro êmbolos e um disco de 330 mm
  • Pneus 130/70B18 e 180/65B16, à frente e atrás, respetivamente

 

Uma afirmação de estilo só por si, o quadro em tubos de aço da Rebel é baseado no design simples e nu da sua irmã mais pequena, com a mesma linha temática bem definida de linhas diagonais entre a frente e a traseira, o depósito por cima da trave principal de 35 mm do quadro; naturalmente, estes componentes são maiores do que os da CMX500 Rebel. Estes são complementados por um braço oscilante de 50,8 mm de diâmetro com uma aparência "trabalhada".

 

A distância entre eixos é de 1.520 mm; a forquilha tem um ângulo de 30°, um valor adequado a uma moto cruiser, com 2° de descentragem em relação à própria inclinação de 28° da coluna; o eixo de arraste (trail) é de 110 mm. Esta combinação tem o look certo e oferece uma estabilidade a direito muito segura e uma maneabilidade fácil e de precisão. O peso em ordem de marcha é de 223 kg para a versão standard da Rebel 1100 e de 233 kg para a versão DCT.

 

A altura do banco é de 700 mm, um valor muito bom e o triângulo formado pelo guiador, banco e poisa-pés de montagem central asseguram um posição de condução muito confortável e "em controlo". Toda a geometria da Rebel permite obter ângulos de inclinação muito generosos, 35 ° para cada lado (conforme medições da Honda), o que significa que a Rebel 1100 consegue acompanhar as melhores nas estradas mais sinuosas.

 

A forquilha dianteira é do tipo cartucho e tem jarras de 2 peças pretas (fabricadas em alumínio extrudido e fundido) e bainhas de 43 mm com acabamento de óxido de titânio em marinho escuro. Os amortecedores traseiros duplos possuem hastes de 12,5 mm e reservatório pressurizado "piggyback". As suspensões dianteira e traseira são ajustáveis em termos de pré-carga da mola.

 

Na frente, a travagem está a cargo de uma pinça dianteira monobloco de montagem radial com quadro êmbolos e um disco flutuante de 330 mm; atrás, a pinça tem um só êmbolo e o disco é de 256 mm; ambos os sistemas são geridos por ABS. As jantes de alumínio fundido apresentam 5 raios desportivos em Y e pneus grossos, nas medidas 180/65B16 atrás e 130/70B18 à frente.

 

 

  1. Acessórios

Sendo uma moto concebida para ser personalizada, a CMX Rebel 1100 possui uma extensa gama de acessórios genuínos Honda pronta para ser aplicada neste modelo. Estes acessórios estão divididos em duas categorias para estilos e preferências diferentes: A gama “Street” e a gama “Tour”

 

Disponibilidade: Sob Consulta

10 300,00 €

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